O frio chegou. Sem reparar apoderou-se de mim. Sinto o meu ser gélido tanto por dentro como por fora. Só quero um corpo quente, inverso deste constante briole que me afeta todos os dias, só quero sentir a preocupação de qualquer indivíduo, sentir algo a puxar-me deste despejo emocional no qual me meti. Quero tanto que zelem pela minha sanidade mental, que me prezem e que me tomem como pessoa amada.
O frio chegou, a sua insistência na minha pele frágil é devastadora, só quero algo para acender a lareira, as nossas fotos já eu as queimei todas, só quero deixar o que tanto me tornou gélida virar calor. O sistema atrofia a cada segundo, tento abstrair-me da completa culpa de não ser melhor do que sou mas a verdade é que não consigo. Chorava, mais gélida ficava e o pior, é que ninguém reparava na minha ausência, quanto mais na minha dor emocional. Que poço frio, distante, profundo, só queria alguma espécie de salvação, algo que me tirasse de toda aquela depressão mal criada.
O frio chegou e ninguém veio em meu socorro.
mudando o mundo a cada post.
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
desabafo #4
São quase 06:00 da manhã, não consigo dormir. A dor que sinto infiltra-se nas minhas veias e ativa o meu cérebro que me faz desejar estar acordada para não pensar em coisas que não é suposto. Sinto-me mal, triste, sem saber explicar bem a raiva e a tristeza enorme que sinto. Neste momento, só gostava de desaparecer e de preferência nunca mais voltar. Entrego-me sempre demasiado a quem não devo e depois, lixo-me. Estou farta de estar apaixonada, ser adolescente não é isto, isto é uma espécie de tortura.
Não estou a conseguir lidar bem com isto e controlar o que sinto de maneira a não ficar completamente em baixo, nem estou a conseguir abdicar de chorar. Uma coisa é certa, prefiro ficar triste agora do que guardar para mim e daqui a uns tempos rebentar. É engraçado, por vezes os erros que já cometemos são os mais perigosos porque, não sei como, voltamos sempre a cometê-los apesar de já termos errado. " Aprendemos com os erros ", passam a vida a dizer, mas eu só vejo a errar quanto ao facto de achar que já aprendi com um erro. Temos de errar milhares de vezes para podermos ter noção que já aprendemos com tal e eu acho que ainda não chegou o momento de eu ter realmente aprendido com o erro, que ainda tenho de errar mais.
Confesso que estou farta da adolescência, é uma fase muito complicada e longa demais para se poder aguentar sempre com um sorriso. Acho que as pessoas nunca têm uma adolescência de todo feliz. Bem, se têm, é porque existe algo de errado.
Estou a falar com ele, confesso que me sinto de todo nervosa e que só me apetece chorar. Está tudo tão errado, é tanta dor, é tanto " eu estou aqui para ti // no minuto a seguir deixa-me ". Estou a fazer tantas pausas neste post que nem têm noção, é confusão atrás de confusão. Aqui estou eu, a ter uma discussão às 06:00 da manhã. Eu nem sei bem o que ganho com isto, já sei que vou ser estúpida e ir na conversa dele, achar que ele talvez tenha razão. Pronto, estou a deixar-me levar, eu nem sei o que estou a fazer, estarei a agir corretamente ?
Eu só quero ser feliz, acabei de sair de uma paixão onde sofri imenso, onde ouvir o nome dele ainda me faz chorar e entrar em pânico, apostei neste novo começo. Achei que desta vez ia ficar tudo bem mas na realidade não ficou, erro meu pensar que ia ficar. Quem me dera me conseguir expressar, odeio a dor que ele me provoca mas só precisava do abraço dele neste momento. Odeio a maneira como ele me escreve mas só desejo ouvir a sua voz junto ao meu ouvido. Odeio-me por desejar tanto beijá-lo e não me conseguir impedir de tal. Pergunto-me se o problema está em mim. Será a minha personalidade o motivo de toda a gente me magoar e abandonar ?
Não estou a conseguir lidar bem com isto e controlar o que sinto de maneira a não ficar completamente em baixo, nem estou a conseguir abdicar de chorar. Uma coisa é certa, prefiro ficar triste agora do que guardar para mim e daqui a uns tempos rebentar. É engraçado, por vezes os erros que já cometemos são os mais perigosos porque, não sei como, voltamos sempre a cometê-los apesar de já termos errado. " Aprendemos com os erros ", passam a vida a dizer, mas eu só vejo a errar quanto ao facto de achar que já aprendi com um erro. Temos de errar milhares de vezes para podermos ter noção que já aprendemos com tal e eu acho que ainda não chegou o momento de eu ter realmente aprendido com o erro, que ainda tenho de errar mais.
Confesso que estou farta da adolescência, é uma fase muito complicada e longa demais para se poder aguentar sempre com um sorriso. Acho que as pessoas nunca têm uma adolescência de todo feliz. Bem, se têm, é porque existe algo de errado.
Estou a falar com ele, confesso que me sinto de todo nervosa e que só me apetece chorar. Está tudo tão errado, é tanta dor, é tanto " eu estou aqui para ti // no minuto a seguir deixa-me ". Estou a fazer tantas pausas neste post que nem têm noção, é confusão atrás de confusão. Aqui estou eu, a ter uma discussão às 06:00 da manhã. Eu nem sei bem o que ganho com isto, já sei que vou ser estúpida e ir na conversa dele, achar que ele talvez tenha razão. Pronto, estou a deixar-me levar, eu nem sei o que estou a fazer, estarei a agir corretamente ?
Eu só quero ser feliz, acabei de sair de uma paixão onde sofri imenso, onde ouvir o nome dele ainda me faz chorar e entrar em pânico, apostei neste novo começo. Achei que desta vez ia ficar tudo bem mas na realidade não ficou, erro meu pensar que ia ficar. Quem me dera me conseguir expressar, odeio a dor que ele me provoca mas só precisava do abraço dele neste momento. Odeio a maneira como ele me escreve mas só desejo ouvir a sua voz junto ao meu ouvido. Odeio-me por desejar tanto beijá-lo e não me conseguir impedir de tal. Pergunto-me se o problema está em mim. Será a minha personalidade o motivo de toda a gente me magoar e abandonar ?
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
O início de Agosto.
Adoro o mês de Agosto e tenho de confessar que é um dos meus meses favoritos. Primeiro, porque faço anos em Agosto e segundo, porque só vou de férias com os meus pais nesta altura do ano. Os meus pais passam o ano todo a trabalhar e só têm a disponibilidade de ir de férias nos últimos 15 dias de Agosto. Adoro ir de férias, afastar-me um pouco da rotina e do local onde todos têm conhecimento de quem sou. Gosto de viajar para sítios distantes e poder ser eu mesma por ninguém me conhecer. Costumo ir até uma parte do Alentejo, perto de Odemira, mais precisamente Vila Nova De Mil Fontes. É um local lindo e alojo-me numa casa que basta atravessar a estrada e estou na praia. Cada vez que vou lá, desejo sempre ficar lá a morar, não voltar para casa. Costumo sempre sair à noite com os meus pais, as ruas daquela vila são lindas e a brisa do mar é de cortar a respiração. Passo férias lá desde pequena, desde que tenho 1 ou 2 anos, tenho memórias lindas naquele local tão doce e tão distante do mundo real, parece que cada vez que vou lá estou a sonhar durante o tempo em que permaneço lá, não sei.
Confesso que estou super ansiosa por ir fazer anos porque finalmente vou fazer os meus 16 anos. Incrivelmente, estou quase com 16 anos e não faço a mínima ideia do que quero para a vida, o que me assusta um bocado mas pronto. Só odeio o início de Agosto por um motivo: significa que as férias estão a chegar ao fim. Eu já sei como é, daqui a umas semanas já começa a haver anúncios do regresso às aulas e o pânico de voltar à escola aumenta cada vez mais. Estou naquela altura em que sinto que não aproveitei nada das férias e que as vejo a serem cada vez mais curtas. Felizmente, as férias deram para conhecer maior parte das pessoas do twitter e nos próximos dias ainda vou conhecer mais gente, o que me faz pensar que talvez não desperdicei assim tanto as minhas férias.
O problema de passar férias atualmente, é que as coisas estão cada vez mais caras e as pessoas cada vez têm menos dinheiro. O início de Agosto é bom porque vem ainda mais calor, vem mais disponibilidade para ir à praia e passear mas também é mau porque marca o aumento dos preços relacionados com o período balnear e com locais que têm imensos turistas. Mas o Verão é bom, Portugal é um país muito cativante em termos de turismo o que faz aumentar o salário nacional.
Concluindo, Agosto, que sejas o melhor mês das minhas férias de Verão.
terça-feira, 30 de julho de 2013
a adolescência: o marco da nossa vida.
as pessoas passam a vida a dizer que a adolescência é a melhor fase da nossa vida, é a altura em que definimos os nosso ideais, que aprendemos com os erros e que percebemos quem são as pessoas certas para nos acompanharem ao logo desta jornada a que damos de nome vida. como adolescente que sou, é-me extremamente difícil definir se ser adolescente é bom ou é mau já que a minha vida é tão bipolar, tanto está bem, como está mal. acho que faz parte de ser adolescente o facto de termos um humor tão variável e que pode mudar a qualquer instante por qualquer coisa ínfima.
reparo que maior parte dos adolescentes não sabe de que maneira aproveitar esta fase da vida. uns, prendem-se ao facto de quererem voltar a ser crianças e focam-se tanto nisso, passam o tempo todo a lamentar que têm saudades de ver desenhos animados, de tudo ser fácil, de criar amizades rapidamente. outros, limitam-se a dar a parecença de que são yolo e vida loka e tentam aproveitar a adolescência ao máximo, metendo na cabeça que aproveitar a adolescência é drogas, álcool, saídas à noite e outros afins. maior parte deste grupo de adolescentes foca-se tanto no yolo que se esquece que no futuro será adulto e que provavelmente se irá arrepender de ter cometido certos atos e pensar que podia ter aproveitado de outra maneira, sem que tivesse consequências para o futuro. ainda existe aquele grupo de adolescentes que foca a sua adolescência em tentar crescer rapidamente, ser adulto, ter liberdade para tudo, ter um bom emprego, uma casa só sua. acredito que essas pessoas mais cedo ou mais tarde se vão arrepender de não ter aproveitado nada, de não terem vivido. o que me apercebo, é que certas pessoas vivem demasiado a adolescência e outras vivem demasiado, pouco e depois existo eu.
sim, eu. eu faço parte daquele grupo de adolescentes que não vive demasiado, nem vive demasiado pouco, sinceramente, nem vive nada especificamente. não tenho planos para o futuro, não tenho objetivos, não tenho nada programado mas também não estou a aproveitar a adolescência tipo vida loka. sinceramente, não estou a aproveitar nada porque não tenho paciência para tal, nem tenho paciência para pensar no passado nem para pensar no futuro, apenas ando a viver um dia de cada vez.
a questão é: será tudo isto uma fase, em que reparamos que nunca estamos satisfeitos com nada ? enquanto somos adolescentes, sentimos saudades de ser crianças e quando formos adultos será que sentiremos saudades de ser adolescentes ? porque será que só gostamos do que não temos ?
reparo que maior parte dos adolescentes não sabe de que maneira aproveitar esta fase da vida. uns, prendem-se ao facto de quererem voltar a ser crianças e focam-se tanto nisso, passam o tempo todo a lamentar que têm saudades de ver desenhos animados, de tudo ser fácil, de criar amizades rapidamente. outros, limitam-se a dar a parecença de que são yolo e vida loka e tentam aproveitar a adolescência ao máximo, metendo na cabeça que aproveitar a adolescência é drogas, álcool, saídas à noite e outros afins. maior parte deste grupo de adolescentes foca-se tanto no yolo que se esquece que no futuro será adulto e que provavelmente se irá arrepender de ter cometido certos atos e pensar que podia ter aproveitado de outra maneira, sem que tivesse consequências para o futuro. ainda existe aquele grupo de adolescentes que foca a sua adolescência em tentar crescer rapidamente, ser adulto, ter liberdade para tudo, ter um bom emprego, uma casa só sua. acredito que essas pessoas mais cedo ou mais tarde se vão arrepender de não ter aproveitado nada, de não terem vivido. o que me apercebo, é que certas pessoas vivem demasiado a adolescência e outras vivem demasiado, pouco e depois existo eu.
sim, eu. eu faço parte daquele grupo de adolescentes que não vive demasiado, nem vive demasiado pouco, sinceramente, nem vive nada especificamente. não tenho planos para o futuro, não tenho objetivos, não tenho nada programado mas também não estou a aproveitar a adolescência tipo vida loka. sinceramente, não estou a aproveitar nada porque não tenho paciência para tal, nem tenho paciência para pensar no passado nem para pensar no futuro, apenas ando a viver um dia de cada vez.
a questão é: será tudo isto uma fase, em que reparamos que nunca estamos satisfeitos com nada ? enquanto somos adolescentes, sentimos saudades de ser crianças e quando formos adultos será que sentiremos saudades de ser adolescentes ? porque será que só gostamos do que não temos ?
segunda-feira, 29 de julho de 2013
desabafo #3
nestas horas da noite onde permaneço sem tweets tenho obrigatoriamente de vir para aqui escrever algo. sinto-me super enjoada, cheia de dores de cabeça e com os olhos completamente a estalar, digamos. não sei o que se passa comigo, devo estar a ficar doente ou assim. bem, enfim, sinto que nem paciência para escrever no blog tenho mas pronto.
aconteceu-me uma coisa, comecei a falar com uma pessoa e senti que essa pessoa iria dar uma reviravolta na minha vida. sinceramente, deu. já não estou apaixonada pelo outro rapaz e sinto-me muito melhor comigo mesma, mas a questão não é essa. a questão é que apesar de andar melhor em relação a antes, vejo-me a ficar triste por ter medo de me apegar a essa pessoa. ao ter medo, significa que não posso falar com ela. sim, deixámos de falar, juro-vos que não estou a aguentar isto. ter conversas que mudam completamente a tua vida às tantas da manhã não dá com nada. sinceramente, eu devia estar a dormir e não a escrever coisas que ninguém quer saber. estou com óculos de sol e não sei porquê, enfim.
estive a falar com uma rapariga no skype, pediu-me conselhos amorosos. apenas sei que ela não pode ser feliz porque os pais da sua namorada não aceitam o facto da sua filha ter uma orientação sexual diferente. eu pergunto-me seriamente, como é que em pleno século XXI ainda acontecem coisas como estas. o mundo quer evoluir, mas só quer evoluir em coisas que não interessam, os verdadeiros valores que devem aceitar, ninguém quer saber.
o post é pequeno porque dores de cabeça e não consigo pensar e não vos quero maçar, apenas só escrevi para não notarem a minha ausência. vá, adeus eu, cansada e triste e confusa e sei lá mais o quê.
aconteceu-me uma coisa, comecei a falar com uma pessoa e senti que essa pessoa iria dar uma reviravolta na minha vida. sinceramente, deu. já não estou apaixonada pelo outro rapaz e sinto-me muito melhor comigo mesma, mas a questão não é essa. a questão é que apesar de andar melhor em relação a antes, vejo-me a ficar triste por ter medo de me apegar a essa pessoa. ao ter medo, significa que não posso falar com ela. sim, deixámos de falar, juro-vos que não estou a aguentar isto. ter conversas que mudam completamente a tua vida às tantas da manhã não dá com nada. sinceramente, eu devia estar a dormir e não a escrever coisas que ninguém quer saber. estou com óculos de sol e não sei porquê, enfim.
estive a falar com uma rapariga no skype, pediu-me conselhos amorosos. apenas sei que ela não pode ser feliz porque os pais da sua namorada não aceitam o facto da sua filha ter uma orientação sexual diferente. eu pergunto-me seriamente, como é que em pleno século XXI ainda acontecem coisas como estas. o mundo quer evoluir, mas só quer evoluir em coisas que não interessam, os verdadeiros valores que devem aceitar, ninguém quer saber.
o post é pequeno porque dores de cabeça e não consigo pensar e não vos quero maçar, apenas só escrevi para não notarem a minha ausência. vá, adeus eu, cansada e triste e confusa e sei lá mais o quê.
sábado, 27 de julho de 2013
os erros e eu.
durante toda a minha existência, errei imenso. talvez os erros tenham um sentimento enorme por mim que nunca os permitem largar-me, não sei, talvez os cative a estragarem-me a vida, mas pronto, não quero falar disto propriamente. tenho noção que sou uma adolescente, que ainda não ultrapassei aquela fase de errar em tudo e pensar que só faço merda, porque, na realidade, só faço mesmo merda. mas continuando, passo a vida a errar, tenho uma ligação com o erro demasiado forte e devido a isso pessoas abandonam-me, relações amorosas tornam-se um fracasso, desiludo por vezes a minha família. tenho noção que dizem " errar é humano " ou, como todos os adolescentes metem em estados, " herrar é umano ", que só por acaso é o estado mais batido de sempre, mas é só uma observação. se errar é humano porque nos julgam tanto quando erramos ?
maior parte das vezes, acontece errarmos e, mais tarde, percebermos que havia um propósito de tal. do género, errei com isto mas se não tivesse errado não teria tal e tal na minha vida. temos de ver bem a situação, será que erramos tantas vezes apenas para chegar ao certo ? será esta jornada do erro uma maneira de seguirmos o caminho certo ? temos de confessar, a vida é um labirinto onde as vastas plantas se enchem de espinhos e quase nos matam ou nos levam à loucura. o que será pior, morrer ou ficar louco ?
retomando o tema inicial, erro muito, erro demais até. o erro começa desde não dar valor ao que tenho e desejar sempre mais até me preocupar com pessoas que simplesmente não se lembram de mim, não pensam em mim. enumerar os meus erros era como enumerar todas as soluções possíveis do euromilhões, por isso, está fora de questão os dizer. não sei, por vezes errar até me parece bom. quando erro penso " porra, fiz merda " mas depois de errar acontece sempre algo bom como conhecer uma pessoa que adoro ou sentir-me feliz e sinto que o erro acaba por me compensar porque se não tivesse errado não me teria sentido feliz ou conhecido aquela pessoa.
a questão é, como seria a vida se nunca errássemos ?
domingo, 21 de julho de 2013
desabafo #2
olá, sou eu pleno blog a tentar expressar o que sinto apesar de ter noção que nem eu própria sei o que sinto. não faço a mínima ideia das horas que são, desliguei-me do twitter e estou completamente enervada com o que acabou de acontecer. sem reparar as lágrimas começam a cair e ainda sinto mais raiva de mim mesma por estar a chorar por alguém que simplesmente, neste momento, me mete nojo. sabem quando lêem algo que simplesmente vos faz parar o mundo por minutos e não sabem o que fazer ? pois, eu estou farta. estou farta do que me tornei por causa disto e estou farta de ouvir as pessoas a chatearem-me com isto e ainda estou mais farta de eu mesma passar a vida a falar disto.
confesso que sinto nojo de mim mesma de gostar de alguém assim tão, não sei, não tenho palavras para descrever o meu contínuo ódio. sinceramente, isto é bom, pode ser que deixe de ser cega e abra os olhos para a dolorosa mas verdadeira realidade. eu passo a vida a iludir-me com momentos que eu mesma crio na cabeça, com memórias minhas e dele que simplesmente não lhe dizem nada. eu sou só mais uma com quem ele tentou ter algo mas que não conseguiu. não conseguiu porque me apaixonei e tornei a história pública. sinceramente, cada vez mais acho que as coisas acontecem porque têm de acontecer, tudo se sucede por uma razão e neste momento, sinto que tudo o que aconteceu antes teve mesmo um porquê de ser e me fez chegar a este momento, um momento onde percebi que ele simplesmente não presta.
acabou, pára por aqui. vou deixar de ser parva, vou parar de escrever sobre ele e de imaginar histórias há noite, vou parar de recordar momentos que não vão voltar. sinto que só estou a alimentar este sentimento e que isto me está a desgastar tanto psicologicamente como fisicamente. sinto uns nervos enormes dentro de mim, apetece-me gritar e fazer com que estas dores de cabeça simplesmente parem e me deixem em paz, respirar fundo milhares de vezes e tentar meter na cabeça que está tudo bem, mesmo que saiba que não está.
já ando nisto há meses, a alimentar um sentimento que tinha noção que me ia fazer sofrer no futuro. mas porque é que eu sou tão estúpida ? porque é que me deixo levar assim pelas pessoas ? porque acho que as pessoas falam comigo por simpatia e não apenas por segundas intenções ? porque raio achei que desta vez seria diferente ? parece que nunca passei por isto, que não sei como começa e como acaba. parece que estou apaixonada pela primeira vez e que não sei nada. preciso de usar o meu cérebro, esta paixão estúpida não me deixa pensar do jeito mais correto e depois quem sofre sou eu. tenho de começar a pensar e não ligar a nada, deixar de ir ao twitter dele com o propósito de, deixar de escrever tweets para ele.
juro-vos que ainda estou em choque, estou completamente petrificada e sem palavras para descrever a raiva enorme que sinto. oiço o meu coração a bater mil e o meu cérebro a estalar cada vez mais de dores, os meus olhos doem-me e por vezes afogam-se em lágrimas. como pude eu deixar isto chegar a esta situação de pânico ? como pude ?
confesso que sinto nojo de mim mesma de gostar de alguém assim tão, não sei, não tenho palavras para descrever o meu contínuo ódio. sinceramente, isto é bom, pode ser que deixe de ser cega e abra os olhos para a dolorosa mas verdadeira realidade. eu passo a vida a iludir-me com momentos que eu mesma crio na cabeça, com memórias minhas e dele que simplesmente não lhe dizem nada. eu sou só mais uma com quem ele tentou ter algo mas que não conseguiu. não conseguiu porque me apaixonei e tornei a história pública. sinceramente, cada vez mais acho que as coisas acontecem porque têm de acontecer, tudo se sucede por uma razão e neste momento, sinto que tudo o que aconteceu antes teve mesmo um porquê de ser e me fez chegar a este momento, um momento onde percebi que ele simplesmente não presta.
acabou, pára por aqui. vou deixar de ser parva, vou parar de escrever sobre ele e de imaginar histórias há noite, vou parar de recordar momentos que não vão voltar. sinto que só estou a alimentar este sentimento e que isto me está a desgastar tanto psicologicamente como fisicamente. sinto uns nervos enormes dentro de mim, apetece-me gritar e fazer com que estas dores de cabeça simplesmente parem e me deixem em paz, respirar fundo milhares de vezes e tentar meter na cabeça que está tudo bem, mesmo que saiba que não está.
já ando nisto há meses, a alimentar um sentimento que tinha noção que me ia fazer sofrer no futuro. mas porque é que eu sou tão estúpida ? porque é que me deixo levar assim pelas pessoas ? porque acho que as pessoas falam comigo por simpatia e não apenas por segundas intenções ? porque raio achei que desta vez seria diferente ? parece que nunca passei por isto, que não sei como começa e como acaba. parece que estou apaixonada pela primeira vez e que não sei nada. preciso de usar o meu cérebro, esta paixão estúpida não me deixa pensar do jeito mais correto e depois quem sofre sou eu. tenho de começar a pensar e não ligar a nada, deixar de ir ao twitter dele com o propósito de, deixar de escrever tweets para ele.
juro-vos que ainda estou em choque, estou completamente petrificada e sem palavras para descrever a raiva enorme que sinto. oiço o meu coração a bater mil e o meu cérebro a estalar cada vez mais de dores, os meus olhos doem-me e por vezes afogam-se em lágrimas. como pude eu deixar isto chegar a esta situação de pânico ? como pude ?
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